Futebol Social beneficia 750 crianças e adolescentes em Altamira

A rotina do adolescente Jhonatan de Sousa Lopes de 16 anos, que mora no bairro Jatobá, em Altamira, mudou desde novembro do ano passado por amor ao esporte. Agora, ele passa o tempo em que não está na escola treinando passes na categoria sub-17 do Futebol Social, que integra o projeto Belo Monte Comunidade, iniciativa de responsabilidade social da Norte Energia direcionada aos moradores dos cinco novos bairros que construiu no município.

 “Eu jogo há muito tempo e meu sonho é ser profissional. O projeto vai me dar a chance de aprender e cuidar melhor da saúde, além de fazer novas amizades no bairro”, conta, entusiasmado, o craque do Jatobá.

Juntamente a outros 750 novos futuros atletas da região, Jhonatan recebeu no Complexo Desportivo da Juventude, localizado no bairro Premen, em Altamira, kit esportivo completo que inclui uniforme e chuteira, para participar do Futebol Social, cujo objetivo é fomentar a prática esportiva na região.

Durante a solenidade de entrega, que aconteceu no dia 08/02, o presidente da Associação de Moradores do Bairro Casa Nova, Isac Bezerra, comemorou a iniciativa da Norte Energia. “Esse era um sonho antigo dos moradores, que foi apresentado à empresa e atendido por meio do Belo Monte Comunidade. Podemos dizer que hoje temos o projeto esportivo mais estruturado do município”, comemorou a liderança.

 A coordenadora de projetos da Norte Energia, Fernanda Mayrink, destacou a parceria com as associações dos cinco bairros como fundamental para a consolidação do projeto. “O Futebol Social foi construído junto com os moradores. A Norte Energia lança um olhar cada vez mais próximo da população com o objetivo de investir na educação, no fomento ao esporte e no fortalemcimento dos vínculos sociais”, explicou Mayrink durante a entrega dos uniformes.

 O educador físico Mariel Henrique Santos, que atua no bairro Água Azul, descreve o projeto como um golaço da Norte Energia. “Esse é daqueles gols antológicos que as crianças jamais vão esquecer, assim como nós professores e instrutores. Ver a participação maciça dos alunos é emocionante porque não trabalhamos só o futsal, mas a disciplina, o comportamento e, acima de tudo, a socialização” explica.