Norte Energia investe na construção e gestão de aterros no interior do Pará

Data de Publicação: 22/04/2020 15:00

Grandes empresas, em todo o mundo, têm adotado iniciativas ambientais que refletem diretamente na qualidade de vida da população. É o caso da Norte Energia, empreendedora da Usina Hidrelétrica Belo Monte, localizada no sudoeste paraense. Para que a Usina se tornasse a maior hidrelétrica 100% brasileira, a companhia realizou um Estudo de Impacto Ambiental (EIA), em 2009, e adotou medidas de mitigação e compensação à região, que integram o Projeto Básico Ambiental (PBA) do empreendimento.

Entre a realização de mais de cinco mil ações, garantidas por meio de 117 projetos e programas, o PBA de Belo Monte – que já recebeu investimentos na ordem de R$ 6,3 bi – oportunizou a construção de aterros sanitários nos municípios de Brasil Novo, Altamira e Vitória do Xingu, influenciados diretamente por Belo Monte. Um quarto aterro, localizado na cidade de Anapu, também na região da Usina, está em processo de implantação e deve contribuir positivamente com a qualidade de vida da população e o meio ambiente na Amazônia. 

Um dos aspectos fundamentais para que a implantação dos aterros desse certo está na qualidade da gestão. Por meio de convênio firmado entre a Norte Energia e a Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), a partir da iniciativa REDES, secretarias municipais de meio ambiente do Xingu participaram, em 2019, do Programa de Capacitação e Extensão Tecnológica em Saneamento Básico, que tem como objetivo discutir novas soluções nas áreas de serviços de esgotamento sanitário e resíduos sólidos. 

Para o engenheiro ambiental Bruno Bahiana, que integra a área socioambiental da Norte Energia, a construção dos aterros adequa os municípios à Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10) e promove mais qualidade de vida à população. “Além do atendimento à legislação ambiental, a implantação de um aterro sanitário contribui com a redução na contaminação do solo e da água, da emissão de gases e ainda diminui o número de vetores de doenças”, explica.